Quarta-feira, 25 de maio de 2022
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Policiais penais mantêm pausa na greve até fevereiro; a pedido do governo de MT

Categoria abriu negociação com secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho que agendou nova reunião com a categoria para o dia 03 de fevereiro

05/01/2022 - 19:35 | Atualizada em 06/01/2022 - 11:58

DA ASSESSORIA

Policiais penais mantêm pausa na greve até fevereiro; a pedido do governo de MT

Assembleia Geral Extraodrinária Sindspen MT 05.01.22

Foto: Evelyn Leite

O Sindicato dos Policiais Penais de Mato Grosso (Sindspen-MT) em Assembleia Geral Extraordinária decidiu manter estado de assembleia permanente (que pode ser chamada a qualquer momento), e manteve a suspensão do movimento grevista até dia 03 de fevereiro, data em que será realizada nova negociação com o governo do Estado. As decisões foram aprovadas pela maioria durante AGE realizada na tarde desta quarta-feira (05), no Salão de Eventos da Associação dos Oficiais da Polícia e Bombeiro Militar de Mato Grosso (ASSOF/MT), em Cuiabá.

A categoria se reuniu novamente para debater os próximos movimentos da greve após abrir negociação com o Governo do Estado, representado pelo secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho e acompanhado de uma comissão da Assembleia Legislativa, formada pelo líder do Governo Dilmar Dal’Bosco (DEM) e pelos deputados Allan Kardec (PDT) e por um assessor do deputado João Batista (Pros). Na ocasião, após quase três horas de conversa, não houve nova proposta do governo e uma nova agenda ficou marcada somente para o dia 03 de fevereiro.

O presidente de Sindspen MT, Amaury Neves que representou a categoria na retomada da negociação com o executivo, afirmou que os policiais penais permanecerão firme na luta pela recomposição salarial dos 10 últimos anos e a equiparação salarial com as outras forças da Segurança Pública. 

“O objetivo segue o mesmo. A nova data da reunião, marcada para daqui um mês nos preocupa, pois está muito longe e não é o que gostaríamos, mas o ambiente de negociação foi reconstruído. Queremos essa equiparação, nem que seja em um plano gradativo, precisamos que a nossa categoria tenha o seu salário reparado, todos tiveram seus aumentos na última década e nós ficamos sem nada. Não vamos desistir”, ponderou.

“Vamos continuar com a suspensão do movimento grevista até termos uma resposta concreta por parte do governo e manter o estado de assembleia permanente, até para a categoria ficar em alerta para que assim que houver uma proposta nos reunirmos novamente para decidirmos juntos”, afirmou.
 
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